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Empresas sem profissional da comunicação corporativa podem perder espaço

Presidente da Abracom estará em Natal para Seminário Conexão Digital

Carlos Henrique Carvalho é presidente-executivo da Associação Brasileira das Agências de Comunicação – Abracom, que hoje reúne mais de 36 empresas que atuam na comunicação corporativa em todo o país. Um mercado que cresceu, em média, 3%, em 2016, apesar de toda a crise econômica e política do país. Para 2017, a expectativa de crescimento é semelhante.

Carlos explica que a comunicação corporativa está na ordem do dia. Conteúdo, relacionamentos com públicos estratégicos, gerenciamento de crises, relacionamento com influenciadores, monitoramento de temas sensíveis na mídia e nas redes sociais são apenas alguns dos exemplos de desafios de comunicação que dizem respeito ao trabalho feito pelas agências e profissionais de comunicação corporativa.

Jornalista, graduado pela PUC/SP, especialista em gestão de empresas de comunicação, Carvalho vai fazer a palestra de abertura do Seminário Conexão Digital, que acontece dia 7 de outubro, no Ocean Palace, em Natal. “Hoje, a comunicação corporativa é também parceira para ajudar a vender produtos e serviços, monitorar demandas e prevenir crises, que no ambiente digital fazem valer a máxima de que notícia ruim corre mais do que boas notícias. As empresas que não contam com um trabalho profissional de comunicação corporativa antenado com todas essas transformações podem estar perdendo terreno para a concorrência. O mesmo vale para os governos. A comunicação pública exige transparência e respostas rápidas às demandas da sociedade. Nosso mercado está pronto para atender a esses desafios”, diz Carvalho.

Ele explica ainda que não há como fugir do conteúdo pago no jornalismo, seja no branded content (marketing de conteúdo) praticado pelos veículos de comunicação, ou no relacionamento com influenciadores digitais. Inclusive, a Associação Brasileira dos Agentes Digitais – ABRADI, lançou recentemente um guia para orientar empresas e influenciadores sobre a transparência nesse tipo de relação (http://www.abradi.com.br/setor-digital-lanca-codigo-de-conduta-para-contratacao-de-influenciadores/). E a Abracom acaba de criar um grupo de trabalho para debater esse tema sob o ponto de vista ético, lembrando que conteúdo pago tem base legal e é uma forma legítima de difundir informações de utilidade pública.

O presidente da Abracom reforça ainda que a entidade está com a campanha “10 passos para uma concorrência legal”. “Os 10 passos são um conjunto de procedimentos para que uma empresa privada, não importa qual o porte, possa fazer uma contratação de serviços de comunicação corporativa dentro de padrões que garantem um bom relacionamento comercial e, especialmente, um serviço de qualidade”, explica. O guia está disponível no site da Abracom – abracom.org.br.

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